O medo na criança


 
 
Algumas crianças aprendem a "esconder" os medos, para não desagradar aos pais, estes tendencialmente “desperdiçam muita energia explicando e desconsiderando” os medos das crianças. É importante falar dos medos e todos eles devem ser reconhecidos, aceites e respeitados.

Nem sempre a criança consegue assinalar aquilo que lhe provoca medo. Podem ser temidas situações específicas ou medos vagos e indiferenciados. Por vezes, um medo específico desaparece e surge outro a ocupar o seu lugar. Os medos podem resultar de uma variedade de situações traumáticas, bem como de uma sensação de fraqueza, impotência ou desproteção.
A criança pode apresentar medo do futuro, do crescimento (comum quando os pais colocam grande ênfase no futuro transmitindo preocupação e ansiedade). Apesar de muitos medos serem baseados na fantasia, são ainda assim sentimentos reais de medo. Só quando olha os medos abertamente é que a criança pode arranjar força para enfrentar o mundo.

Os medos de algumas crianças transformam-se em fobias: crescem e chegam a assumir proporções tais que os esforços para evitar as coisas temidas interferem nas suas próprias vidas.
Deixo-lhe algumas ideias de intervenção daquele que é o trabalho do medo em psicoterapia:


Tânia da Cunha
(Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta)
Tlm: 96 756 44 20               
E-mail: tania_cunha_@hotmail.com