O alívio momentâneo sentido ao abandonar um objetivo mais
difícil ou ameaçador, pode custar, a médio e a longo prazo, anos de
infelicidade.
Ainda que evitar uma decisão possa parecer algo fácil de levar
a cabo, tal não é verdade, pois, passamos muitas horas em diálogo interno até
concluirmos que vamos dizer não a uma tarefa ameaçadora, mas que eventualmente
viria a ser proveitosa.
A vida fácil e sem responsabilidades não parece fazer felizes
as pessoas, senão temporariamente, sendo mais agradável e emocionante trabalhar
em projetos criativos e a longo prazo.
É no processo de confrontação e resolução de problemas que a
vida adquire significado. Os problemas apelam à nossa coragem e sabedoria,
deste modo estimulando o crescimento e desenvolvimento emocional.
Muitas vezes procrastinamos esperando que os problemas
desapareçam. Ignoramo-los, esquecemo-los, fingimos que não existem. Tentamos
rodear os problemas em vez de os enfrentar. Tentamos sair deles em vez de nos
arriscar a percorrer o seu caminho.
Em vez de evitar continuamente as dificuldades da vida, é
possível:
o
Impormos
a nós próprios uma certa disciplina na realização das tarefas necessárias,
depois de logicamente as termos definido como importantes para os nossos objetivos.
o
Tomarmos
consciência de que, não abandonamos os objetivos difíceis, porque somos “preguiçosos”,
mas sim que, por detrás de cada rejeição que fazemos, existe uma cadeia de
frases que nos bloqueiam, e que necessitam ser substituídas por outras mais
adequadas e motivadoras.
o
Quando
enfrentar um desafio que ponha à prova a sua auto-confiança, fortaleça-se
perguntando: “Se eu não tivesse medo, que seria capaz de fazer?”
o
Sempre
que fizer um comentário auto depreciativo, regule-se e contrarie essa tendência
com uma declaração mais realista e de preferência mais fortalecedora. Faça o
mesmo quando as outras pessoas não a/o tratarem com respeito.
o
Habitue-se
a acreditar, a acreditar mesmo, que o dia de hoje é uma oportunidade única!