Tem-se assistido a rápidas e profundas modificações nos
estilos de vida do ser humano. Os estímulos e os acontecimentos no estilo de
vida, a que estamos constantemente sujeitos, exigem da nossa parte: controlo,
experiência para saber lidar com esses fatores, decisões para os enfrentar, a
fim de que eles não constituam ameaça para o nosso organismo.
Quando qualquer pessoa tem a perceção de não ser capaz de
controlar determinada situação com a qual é confrontado, ou seja quando sente
incapacidade ou não tem pessoalmente, e/ou socialmente, recursos para a
enfrentar, essa pessoa fica em estado de stress.
Pode-se considerar, que, atualmente, se vive em reação
crónica de alarme com “cargas” e “descargas” viscerais constantes, o que
contribui para que se desenvolvam problemas de saúde, nomeadamente estados
ansiosos e depressivos, fadiga crónica, originando má qualidade de vida.
Se é verdade que sem stress não damos o melhor de nós mesmos,
não atingimos o máximo de eficácia, também é verdade que stress a mais
encerra-nos num ciclo vicioso que sempre acaba por nos prejudicar. Assim sendo,
como limitar o impacto do stress na nossa vida?
- Experimente estabelecer as suas
prioridades corretamente – ordene aquilo que realmente conta na sua vida.
- Não acumule, nem fique sentado a
ruminar – pense de forma realista sobre os problemas e decida-se por uma
acção adequada, se necessário, distraia-se de forma agradável.
- Pense com antecipação nas formas
de contornar as dificuldades.
- Não considere as dificuldades
como insucessos pessoais – encare-as como desafios para melhorar a sua
imaginação e vitalidade.
- Existem sempre pessoas capazes
de ajudar, seja qual for o problema – não se esquive a beneficiar da sua
experiência.