Solidão: Querer partilhar a vida e não ter com quem


Um dos maiores problemas do nosso tempo é, sem dúvida, a solidão. Podemos falar de dois tipos de solidão: por um lado, o isolamento emocional, correspondente à falta de uma relação profunda e emocionalmente satisfatória com alguém, por outro lado, o isolamento social ou ausência de um círculo de amigos emocionalmente suficiente.
Podem sentir-se sós todos aqueles que, por uma razão ou por outra, não sentem as suas raízes, sentindo-se isolados, ou até todos aqueles que de alguma forma, se sentem abandonados, traídos, rejeitados e incompreendidos.

Sentir-se solitário é sentir-se desligado, separado das pessoas que são importantes do ponto de vista emocional. Podemos sentir-nos sozinhos mesmo quando nos encontramos rodeados por outras pessoas.

Uma das maiores conquistas dos nossos tempos é precisamente a consciência de que a solidão é algo que merece a nossa atenção, na tentativa de determinar como será possível dar a volta e conviver o melhor que possa com este sentimento. Neste sentido, deixo-vos algumas reflexões a considerar:
 
Tânia da Cunha
Psicóloga Clínica - Psicoterapeuta
E-mail: tania_cunha_@hotmail.com
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